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Folha d’amora
Contos, textos, poemas & crônicas
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Ah, celular, eu te quebro
Talvez o ato de confiar seja como escrever cartas de amor, é ridículo. Mas ser ridículo está inerente. Ser tapada, tonta, ignorante, faz parte. Talvez entender que grande parte desse sentimento, provém da irresponsabilidade emocional que o outro carrega, ou melhor, da responsabilidade ausente de empatia com o próximo, no qual cultivou e fez cultivar…
Segundo dia- estresse
Dez minutos e cronometrando. Hoje pensei sobre muitas coisas, algumas sei que consigo me lembrar agora. Uma delas é que uma pessoa não vira santa após a morte. O que quero dizer com isso?Um abusador, continuará sendo um abusador mesmo após a morte, mesmo que pessoas chorem em seu leito de morte, mesmo que ele…
Está tarde, não é?
Primeiro texto escrito do ano, em plenas nove da noite de uma segunda-feira, decidi voltar. Não que nesse intervalo tenha parado de escrever, longe disso, mas comecei a achar que não tinha tempo. Vê se pode? Tempo! Como alguém pode não ter tempo? E quanto tempo eu já perdi? Quanto não lembro dos antigos tempos?…


