Dez minutos e cronometrando.
Hoje pensei sobre muitas coisas, algumas sei que consigo me lembrar agora. Uma delas é que uma pessoa não vira santa após a morte. O que quero dizer com isso?
Um abusador, continuará sendo um abusador mesmo após a morte, mesmo que pessoas chorem em seu leito de morte, mesmo que ele tivesse sonhos e um cachorro em casa. Uma pessoa ruim morrer, desde aquela pessoa que fez mal só contra si mesma, tanto a pessoa que perseguiu, difamou, ou infernizou alguém ou algum animal, não tem seus pecados libertos por morrer. E frequentemente vejo as pessoas confundirem a perca, aquela dor da perca, com o que ela achava que a pessoa era ou poderia se tornar, talvez ele poderia ter melhorado, talvez ele não faria mais. Só que contam com a possibilidade, e provavelmente uma bem distante da realidade e mais com o que esperavam do futuro. Enfim, não concordo, aceito que existe o luto para as mais diversas pessoas que fizeram as mais diversas coisas, mas como elas fizeram outras se sentirem em vida, conta muito.
O que mais?
Pensei também sobre oportunidades, estava me lembrando do filme “Prenda-me se for capaz”, e ele elucida algo que podemos ver em casos de estelionato ou mesmo, de simples e deslavada cara de pau mesmo. Quando uma pessoa acredita no que está fazendo, confiante e sem duvidas do que faz, uma jovem que nem perminou o ensino médio, consegue se passar por piloto de avião. É descabido. Só que parando para pensar, quantas oportunidades não são perdidas quando não se acredita que é capaz?
Agora não falo com estelionatários, mas falo com as pessoas medianas, comuns e responsáveis por si mesmas. Quantas vezes não perdeu uma oportunidade, por achar que não consegue?
A mente deve ser treinada constantemente para se opor a negatividade, pois esse objeto maligno (negatividade) orbita a mente tal como a Lua orbita a Terra. Precisamos estar atentos para treinar a confiança de dentro pra fora.
E se não conseguir? E se me sentir um fracasso por dentro? Você nunca dirá a ninguém, a não ser para um terapeuta ou especialista, mas para sua vida, você precisa falar e se portar com confiança, mesmo sendo um coelho assustado por dentro. Com o tempo, a mudança vindo de fora para dentro, pode ser, talvez, que se sinta melhor.