Era jardim insosso, abandonado, deixado a própria sorte, assim como a casa que o acompanha, janelas embaçadas, algumas quebradas, com as paredes em várias partes esfarelando. Nesse local havia uma roseira, que crescia em um vinco na parede. Quando eu o vi, pensei admirada na forma incomum de sobreviver, protegida sob as telhas que de … Continue lendo A rosa desbotada