Ô dono dotô

Pra escreve não precisa de ladainha ou jeito bonito de conta lorota. Ocê só precisa te o que fala. Se ocê não tem o que fala, qué escrevinha o quê? Presta atenção piá, de conversa fiada o recreio na escola tá cheio, ocê num consegue preocupa, acha que é só chega e faze sem mais nem menos. Pois fique sabendo fiote de saracura, ocê num tem vez aqui não. Tem que vive pra conta um caso bom, ocê acha que tenho que viaja pra ter caso pra escreve? Tá muito enganado, rato de urubu de lata. Aqui eu conheci mais do que ocê consegue nas suas viage, que vê? Eu vo viaja daqui uns dia, quando volta vô te fala minhas história. Ô minha coisa linda, num se ofenda, falo só a verdade. Sem pretenciona qualque coisa, tô só explicano que ocê erro me falando que nunca saberia escrevinha sem viaja. Pega a visão, menino adulto, cuidado pra não engolir a língua, meu tio morreu disso.

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