Aí que vontade de amar

O passado é confortável. Ele sussurra os bons momentos e apaga os maus. O negócio todo está em amar amar, isso preste atenção. Amar amar, é a ideia de amar estado de estar amando, amar amar. Eu amo amar, mas não creio que seja capaz de tal. Pois ao amar, me perco no amor, se torna minha droga e meu vício. Aí é que está, até qual ponto é amar? Talvez o que eu faça não seja amor, por isso não dá certo. E olhe que me esforço.
Talvez algumas pessoas estejam fadadas a não amar normalmente. Ou algumas que estejam fadadas ao amor ruim, aquele que consome, desgasta, suga e mastiga.
Não sei se amor seria algo fácil de definir, até porque o único amor a qual estou me referindo é o amor romântico, excluindo todas as outras formas de amar e me concentrando apenas nessa, no momento.
“Credo! Todo esse monólogo por vontade de mandar mensagem? Manda logo, deixa de ser doida! Fica exagerando em tudo que fala! Vai procurar um pau pra você subir.”
“Mas e se a pizzaria me ignorar novamente…”

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