Prezada, eu

Muito pouco muito me perturba. Às vezes sou assim, facilmente perturbável. Nunca vejo a hora de me mover, de mudar, de agir. Mas naqueles dias em que me vejo completamente só, mesmo que a contragosto fico assim, só. Não nego o desprezo que tenho por precisar de outros, afinal, quem gosta de precisar de algo. Eu preciso comer, beber e me banhar.
Mas não queria precisar de outras pessoas por perto, isso me deixa vulnerável a elas, também odeio me sentir desse jeito, ou admitir para terceiros isso. Infelizmente, o que posso fazer em relação a isso é entender que apenas eu estarei sempre aqui por mim, todas as pessoas à volta são mutáveis, pois tudo sempre muda e pessoas chegam e se vão. E eu sempre estou aqui, eu em cabeça e eu no exterior, essa eu do exterior é um pouco destrambelhada demais, mas tudo bem, ainda sou eu.

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