A casa do penhasco, por Agatha Christie

Agatha Mary Clarissa Christie foi uma mulher inglesa que começou a escrever em seu tempo livre enquanto trabalhava em um hospital de farmácia durante a Primeira Guerra. Seu primeiro livro foi rejeitado por seis editoras antes da publicação, para em 1926 o sucesso chegar sobre suas escritas.

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Agatha Christie (1890-1976)

O romance descrito agora é investigado por Hercule Poirot, que por inúmeras vezes tenta se aposentar, mas os crimes sempre caem em seu colo, o impeto natural o impede de não ir atrás de um culpado.

Capitão Arthur Hastings e Hercule Poirot saem de férias para St. Loo, cidade litorânea ao sul da Inglaterra. No inicio da estadia, uma bela moça chama a atenção do recém aposentado detetive, a srta. Buckley, se apresenta dizendo que há três dias já havia sido alvo de três situações de quase morte. Ao se retirar, uma bala caiu de seu chapéu, possivelmente a quarta tentativa de assassinato, o velho belga começou a busca, além da preocupação com a vida da moça, que corria claro risco.

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Um numero considerável de suspeitos está em volta do caso, Hercule por vários momentos duvida de suas próprias capacidades, mesmo que não completamente, pois ainda continua muito convencido, sua fama o precede.

Quem poderia querer mata-la? O marinheiro que a ama, a amiga que fala mal de Buckley pelas costas, a empregada, os gentis inquilinos australianos? Muitas pessoas nessa linha, mas qual a parte delas no iminente crime?

Hercule Poirot pede a moça, que tem com apelido Nick, que chame alguém para dormir na mansão com ela, para inibir ou tentar impedir o assassino de ataca-la em casa, a antiga casa do penhasco. Uma prima, Magdala, mulher discreta, filha de um pastor, chega para fazer companhia. Nick marca uma festa para a noite seguinte, algo estava diferente nela, como a cor preta em seu vestido, já que não costumava usar essa tonalidade. Dado momento, ela saí por vinte minutos alegando atender a um telefonema. Após o jantar, há um show de fogos na baía, e durante os estouros, a morte ocorre.

O velho que estava a investigar o caso ficou desolado, a culpa, de acordo com ele, era sua, por não conseguir impedir tal fatalidade. A pessoa morta era Magdala, a prima, enquanto usava o chale vermelho de Nick, o que levou a crer que o assassino confundiu as duas mulheres. Esse destino foi um empurrão para Poirot cair de cabeça nessa empreitada, com a lista de suspeitos, motivos, quem seria beneficiado?

As questões são feitas e com a dedicação do detetive, as coisas começaram a clarear. O livro é bem desenvolvido, com uma progressão logica e curiosa, em que o leitor raras ou nunca (o meu caso) consegue solucionar o mistério, tamanha a habilidade de Christie em dar as pistas e no final, mostrar como era simples a resposta.

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