O bom crioulo foi escrito em 1895 por Adolfo Ferreira dos Santos Caminha, escritor que fez parte do movimento do naturalismo. Essa escrita naturalista deu origem ao romance experimental, consiste em colocar os personagens e cenários com caracterĂsticas animalizadas, que retomam Ă s origens primárias do ser. O Naturalismo foi iniciado no Brasil com a escrita … Continue lendo O bom crioulo, por Adolfo Caminha
A FRIAGEM, POR AUGUSTA FARO
Essa escrita foi feita por Augusta Faro em 1999, natural de Goiânia, Goiás. A leitura de obras nacionais trás a proximidade da escrita e literatura que deve ser construĂda com o objetivo de valorização dos nossos autores, pois, no sĂ©culo atual, há uma supervalorização da escrita internacional. Friagem Ă© um livro formado a partir de … Continue lendo A FRIAGEM, POR AUGUSTA FARO
O livro de ouro da mitologia: HistĂłrias de deuses e herĂłis, por Thomas Bulfinch
A mitologia grega e romana sĂŁo um tema muito abordado na literatura contemporânea, por possuir uma gama sem conta de histĂłrias e possibilidades. Relatos que foram construĂdos pelas civilizações antigas, representando um fenĂ´meno natural, como tempestades e colheitas, com o uso das alegorias, que consistem na forma de explicar algo por meio de fantasias. Nesse … Continue lendo O livro de ouro da mitologia: HistĂłrias de deuses e herĂłis, por Thomas Bulfinch
Ăšrsula, por Maria Firmina dos Reis
Ăšrsula Ă© o primeiro livro abolicionista publicado no Brasil, em 1859 em SĂŁo LuĂs, sob o pseudĂ´nimo de Uma Maranhense. Maria Firmina foi a primeira escritora abolicionista, que deu tambĂ©m inicio á literatura afro-brasileira, em que o negro representa a si e a sua histĂłria a partir de sua propriedade acerca do assunto. Essa escrita … Continue lendo Ăšrsula, por Maria Firmina dos Reis
Salva vidas
Era uma noite de março sem nuvens, com um vento forte soprando as copas das árvores, muitos automĂłveis transitando e pessoas caminhando em direção a bares e lanchonetes. Dentro de um deles, atravessando o cruzamento, puderam ouvir um lamento abandonado, em meio a confusĂŁo de luzes, daquele ser que há muito nĂŁo comia. No carro, … Continue lendo Salva vidas
Aço
Uma brisa contra o rosto, Afaga, acalma, O desespero coça, Olha e cutuca, Um olhar de troça. Ele corre em cĂrculos, Parece satisfeito, Ela olha de volta, E caminha.
Por entre as estradas
As árvores passavam rapidamente, como se estivessem apostando corrida. Acima delas, um cĂ©u polvilhado com nuvens granuladas se dispunha por toda a extensĂŁo vista. Um sacolejo constante mantinha os passageiros acordados e sonolentos. O Ă´nibus estava seguindo por entre as árvores em uma estrada mal planejada. O veĂculo sendo despedaçado, o passageiro mais forte arrancava … Continue lendo Por entre as estradas
Escrever
Escrever é mais que palavras, É acalentar a alma, Contar seus maiores medos, Para aqueles que melhor guardam segredos. Escrever é deixar de ti, Mesmo que a cada dia seja diferente, Cada palavra marcada a ferro, Ou a tinta, Quem era e o que poderá ser.
Casca de ovo
Ele caminhou lentamente por toda a extensĂŁo permitida, passou por cima de livros, vidros, esbarrou em um dos objetos, algo rolou e se quebrou. Era um ovo de ema, o ovo pintado com tinta guache a paisagem de uma casa com uma bela cachoeira ao fundo, da simplicidade de um ser de 9 anos, descobrindo … Continue lendo Casca de ovo
Os miseráveis, por Victor Hugo
Os miseráveis (Les MisĂ©rables) Ă© um livro publicado em 1882 pelo francĂŞs Victor-Marie Hugo, tambĂ©m autor do celebre O Corcunda de Notre-Dame. Victor-Marie Hugo (1885-1941) O autor se dedicou desde cedo Ă literatura, enfrentando a prĂłpria famĂlia para seguir seu desejo. Logo começou a receber prĂŞmios de acordo, tanto na literatura quanto na poesia. Victor … Continue lendo Os miseráveis, por Victor Hugo