O passado Ă© confortável. Ele sussurra os bons momentos e apaga os maus. O negĂłcio todo está em amar amar, isso preste atenção. Amar amar, Ă© a ideia de amar estado de estar amando, amar amar. Eu amo amar, mas nĂŁo creio que seja capaz de tal. Pois ao amar, me perco no amor, se … Continue lendo AĂ que vontade de amar
Autor: Gabriela
Até a idade
O sol havia saĂdo de trás dos prĂ©dios havia pouco tempo, entrava pela porta dupla da sacada, tambĂ©m refletia na água da piscina "infinita" e e iluminava o quarto. Foi dessa forma que ela acordou, com a claridade, juntamente com o sono leve que tem. Abriu os olhos e se localizou no espaço. Apartamento, cama, … Continue lendo AtĂ© a idade
Resenha & crĂtica: Psicose, por Robert Bloch
Sobre o autor Robert Bloch (1917-1994) Começando a analise a partir de uma breve apresentação do autor, Robert Bloch (1917-1994). Nascido nos Estados-Unidos, desde criança tinha interesse em terror, ficando impressionado com a adaptação de O fantasma da Ăłpera e a revista weird tales, com a qual contribuiu escrevendo para ela um tempo depois. Iniciou … Continue lendo Resenha & crĂtica: Psicose, por Robert Bloch
MisericĂłrdia da dor de viverÂ
Havia uma pequena vila, no interior do paĂs, na qual estava sempre muito quente e abafado. Por essa razĂŁo, as crianças desde muito novas aprendiam a nadar. Elas eram tantas que se assemelhavam a girinos recĂ©m-nascido em brejos rasos. Elas nadavam por toda parte, onde quer que houvesse água, elas estavam lá. Em uma dessas … Continue lendo MisericĂłrdia da dor de viverÂ
O tempo cura tudo, . . . . . . . Se realmente o faz, a minha cura ainda nĂŁo chegou.
Sou uma mulherzinha
Sabe, outro dia me peguei a pensar, na obra Little Women, traduzido se torna Mulherzinhas e esse tĂtulo me incomoda, me deixa com uma pulga atrás da orelha. Mas por que? Minha prĂłpria voz da mente respondeu de prontidĂŁo, "porque o ruim Ă© coisa de mulherzinha". Quantas vezes, na infância e juventude, vocĂŞ nĂŁo presenciou … Continue lendo Sou uma mulherzinha
A menina que corria
Em vários cantos, há várias meninas, essas várias meninas possuem algo em comum, o medo. Tanto que a menina se identificava com as outras, mesmo sendo um pouco diferente delas, tambĂ©m por esse motivo. Ela via tantas coisas ruins e presenciava outras das quais nĂŁo conseguia ao final do dia. A menina precisava, ou ao … Continue lendo A menina que corria
Pensamentos da mulher menina, sozinha
Sabe a tranquilidade de olhar para o cĂ©u e nĂŁo pensar em qualquer coisa? É o que procuro. Acordar com o brilho do sol iluminando o rosto, ver o reflexo de uma mulher linda e feliz, no espelho do outro lado da sala.Essa mulher via a si mesma quando ainda muito jovem e se identificava, … Continue lendo Pensamentos da mulher menina, sozinha
Sessão de terapia, sábado, 06/11
Sabe, ainda nĂŁo o esqueci. Ah, nĂŁo sei te dizer. Ă€s vezes me pego indo ver o que ele está fazendo online, muitos desses momentos ele está modelando. Tenho tanto orgulho da maestria com que treina e aprende o que gosta, queria poder dizer isso a ele. TambĂ©m nĂŁo sei, principalmente por nĂŁo ter certeza ou entender o que sinto, … Continue lendo SessĂŁo de terapia, sábado, 06/11
O macho está no quarto ao lado
VocĂŞ Ă© uma menina tĂŁo linda, pena que Ă© tĂŁo porca. Sabe, acho que vou ligar para o seu namorado e mostrar para ele a bagunça que vocĂŞ Ă©, acha que vai conseguir manter um marido assim? Ter uma casa e filhos, desse jeito que vocĂŞ Ă©? VocĂŞ Ă© uma bagunça. Eu sĂł peço para … Continue lendo O macho está no quarto ao lado